Projeto Viver Melhor comemora 1 ano e bons resultados em Mogi Mirim

Criado com o objetivo de levar autonomia para os idosos, o projeto Viver Melhor, promovido pelo Instituto Família Barrichello completou, no último mês de março, um ano em Mogi Mirim. As atividades beneficiaram cerca de 350 idosos com idade a partir dos 50 anos, atendidos nos quatro núcleos instalados na cidade: Acojamba (Associação Comunitária Jardim Maria Beatriz), Clube São José, Ginásio Maria Paula e Ginásio do Tucurão. O saldo do trabalho realizado no interior paulista foi avaliado positivamente pela gerente de projeto, Paula Asbahr.

“Chegamos na cidade em março de 2019, mas as atividades começaram nos núcleos em junho. Quando começamos os contatos em Mogi Mirim, a ideia não era montar simplesmente os núcleos do Instituto, mas entender como isso poderia mudar o cenário da atividade física para idosos no município. No primeiro mês, avaliamos o cenário e estabelecemos parcerias na cidade. A instalação dos núcleos foi estratégica”, contou Paula, que destacou a parceria com a prefeitura local para o êxito do projeto.

As aulas são divididas em quatro momentos, com o foco no desenvolvimento de aspectos físicos e motores, socioafetivos, cognitivos e de saúde. Formada em Educação Física, Adriana Guarnieri é a responsável pelo relatório técnico da Secretaria de Esporte, Juventude e Lazer de Mogi Mirim. “O projeto é realizado em parceria com a Secretaria de Assistência Social, pois visa o atendimento à pessoa idosa. O papel da Secretaria de Esporte é realizar visitas técnicas e verificação do desenvolvimento do projeto nos quatro núcleos”, relatou Adriana, endossando o papel do Viver Melhor.

“Esse projeto veio somar forças com o programa municipal da Secretaria de Esporte, Juventude e Lazer de Mogi Mirim, que se chama Mais Vida, no atendimento à população idosa. São projetos que buscam a promoção da qualidade de vida e do desenvolvimento humano através do esporte”, completou. Os números explicam o retorno positivo do trabalho realizado pelo Instituto Família Barrichello em Mogi Mirim. No primeiro mês de atividades, os núcleos recebiam, em média, cerca de 50 participantes, número que foi multiplicado no decorrer das ações.

“Um dos núcleos começou com 38 participantes e completou o primeiro ano com 110, oferecendo um trabalho seguro e de qualidade para todos. O que nos deixou mais satisfeitos, foi quando colhemos resultados incríveis em uma avaliação de índice de bem-estar: os alunos que participaram durante todo o ano responderam um questionário no início e no fim do projeto, afirmando como estavam se sentindo. Tivemos um aumento de 22% nas respostas positivas e uma queda de 64% nas respostas negativas. Isso foi bem significativo”, afirmou Paula Asbahr.

Perguntada sobre as expectativas para o segundo ciclo de trabalho, a gerente do projeto destacou também as ações realizadas no atual momento, com o cenário de pandemia causada pela Covid-19. “Antes de pensar no segundo ano, tentamos entender melhor como se dá o desenvolvimento de um projeto para idosos à distância. São muitos desafios, mas enfrentamos com a esperança de que conseguimos aprovar e liberar um projeto nesse momento, algo que nos surpreendeu de forma positiva. As expectativas são sempre as melhores”, concluiu.

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