Basquete, Cidade Dutra, guardador de carros e idosos: o que isso tudo tem a ver com o Instituto?

Nossas vidas são permeadas por acontecimentos que a maioria das pessoas desconhece ou nem imagina que façam parte de nossas histórias. São detalhes, fatos mais ou menos relevantes, caminhos e escolhas que ajudam a construir cada trajetória de modo singular. 

Com o Instituto Família Barrichello não é diferente. São 15 anos de existência, construídos a muitas mãos, mentes, corações e casos para contar. Trazemos aqui algumas dessas curiosidades sobre nossa história e atuação: 

Menino guardador de carros: o despertar para contribuir com a transformação social 

Em uma das muitas idas ao kartódromo de Interlagos com seu pai, Rubens Barrichello, então com 10 anos de idade, se sensibilizou com um garoto que guardava carros na rua em um dia frio doou seu casaco a ele. Na semana seguinte, viu o mesmo menino sem casaco. Sem entender, perguntou a ele o motivo e o menino lhe respondeu que, ao chegar em casa, seu pai pegou o casaco com o intuito de vendê-lo e comprar drogas. Foi aí que Rubinho, ainda pequeno, decidiu que, quando pudesse, iria contribuir de alguma forma no combate à desigualdade social. 

 

Basquete: o primeiro esporte trabalhado pelo Instituto 

O fundador, Rubens Barrichello, tem seu nome marcado na história do automobilismo brasileiro, como piloto de Fórmula 1 e, atualmente, piloto da Stock Car. Mas, foi com o Basquete que o Instituto começou suas atividades. O projeto “Treinando para a vida” surgiu em 2006, inspirado no filme Coach Carter – Treino para a vida, de 2005, que trazia a experiência de como o esporte trabalha os valores humanos. A linguagem do esporte foi a conexão com os jovens da periferia. 

 

Bairro de Cidade Dutra: primeiro local de atendimento 

Localizado na Zona Sul da capital paulista, e bem próximo ao autódromo de Interlagos, uma comunidade do bairro de Cidade Dutra foi onde se iniciaram as atividades do projeto “Treinando para a vida”. Mais tarde, a ação se expandiu para seis núcleos, em outras regiões vulneráveis da cidade. 

 

Idosos: aqui os mais experientes também têm vez 

Ao trabalhar o Esporte para o Desenvolvimento Humano como base de todos os projetos, o Instituto busca melhorar a qualidade de vida das famílias de baixa renda. E não são só as crianças e adolescentes que são beneficiados. O fortalecimento de vínculos familiares e comunitários abrange todos os membros da família, incluindo os idosos. Iniciado em 2012 em bairros periféricos da Zona Leste de São Paulo, o projeto Viver Melhor atendeatualmente, 1.800 idosos em 18 núcleos nas cidades de São Paulo e Mogi-Mirim. Com o objetivo de contribuir para uma independência física e uma velhice saudável, oferece aulas que trabalham força muscular, equilíbrio, flexibilidade, agilidade, memória e alívio do estresse. 

 

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